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Motorola One Vision chega ao Brasil custando R$ 2 mil

Nos dias de hoje, dificilmente as fabricantes conseguem esconder totalmente os seus smartphones antes do lançamento. Tomemos como exemplo o One Vision: em março, o smartphone foi listado em um pedido de homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações e há poucos dias teve novas imagens e especificações vazadas.

Pois bem, aconteceu: o One Vision é oficial. A Motorola fez o anúncio do smartphone em São Paulo nesta quarta-feira (15), confirmando o design mais esticado e outras características. Nas cores azul e cobre, o aparelho chega ao Brasil por R$ 1.999.

Ele é o sucessor direto do Motorola One, lançado em outubro de 2018 por R$ 1.499. Por aqui, a principal mudança visual está no display: no lugar do notch da geração anterior, a Motorola adotou um “buraco” para abrigar a câmera de selfies que tem 25 MP (f/2.0).

Isso faz com que o Motorola One Vision tenha uma melhor relação da tela para com o corpo. Assim, o novo smartphone pula das 5,9 polegadas da geração anterior para 6,3 polegadas (IPS LCD) com resolução Full HD+ (2520 x 1080 pixels). A fabricante adota o nome de CinemaVision e a proporção 21:9.

Atualmente, uma boa parte das empresas utiliza telas com proporção 18:9, 18.5:9, 19:9, 19.5:9 e afins. O One Vision tende, então, a um padrão ainda mais esticado. Este movimento, de certa forma, já era esperado dada a evolução nos últimos dois anos em dispositivos móveis e pela adoção de novas tecnologias nos displays.

Desta forma, o novo smartphone também aposta em conteúdo multimídia para atrair o público. Ele possui entrada P2 para fones de ouvido (embora não haja saída estéreo de som), suporte a Dolby Audio (com app dedicado) e entrada compartilhada (híbrida) para até dois chips de operadora e/ou cartão microSD.

O One Vision pesa aproximadamente 180 gramas e o design é em vidro 4D. A fabricante também envia uma capinha transparente de silicone para proteção.

Dentre os recursos, há no One Vision um leitor biométrico na traseira (com o logo da marca posicionado no interior) e um sistema duplo de câmeras. O sensor principal tem 48 MP (f/1.7 – 1/2.25″ – 1.6µm) com estabilização óptica de imagem (OIS); ele “renderiza” as imagens em 12 MP, unindo quatro pixels em apenas um – o chamado Quad Pixel – para ter “mais sensibilidade à baixa luminosidade”.

Thiago Masuchette, head de produtos da Motorola Brasil, cita o modo Night Vision como um diferencial do smartphone. Ele é responsável por capturar imagens mais claras e nítidas em ambientes com baixa iluminação, combinando o software e hardware (mais sensível à luz).

O sensor secundário de 5 megapixels é responsável por capturar mais detalhes das composições. Ele também ajuda nas fotos com o modo retrato e outros, como os de recorte e cor em destaque.

O aparelho ainda traz suporte ao modo manual, no qual é permitido fazer ajustes no foco, balanço de branco, ISO, exposição, temperatura das cores e velocidade do obturador. Há, inclusive, um recurso de inteligência artificial chamado “Composição inteligente”, que ajudar a nivelar as imagens e aplicar a regra dos três terços, como indicado pelo software. O smartphone também traz suporte ao Google Lens.

Os modos de gravação do One Vision permitem fazer vídeos em Full HD e HD a 30 fps, Full HD a 60 fps, 4K (3840 x 2160 pixels) a 30 fps e em câmera lenta Full HD a 120 fps ou HD com o dobro da taxa de quadros. A câmera frontal também é capaz de registrar vídeos em Full HD a 30 fps ou em câmera lenta nas mesmas resoluções e taxas da traseira.

Um novo Android One no pedaço

O Motorola One Vision está sendo lançado com Android 9 Pie e, até o presente momento, com o patch de segurança de abril. Ele também é participante do Android One, logo as adições de software da fabricante ficam por conta do aplicativo Moto – Tela e Ações.

Esse suporte do Android One pode significar, além de uma versão mais “pura” do sistema operacional, que atualizações chegarão mais rapidamente. A estimativa é de que ele receba dois updates de software (Android 10 e o seguinte), além de três anos de atualizações com patches de segurança a partir do lançamento.

O hardware é alimentado pelo chip Exynos 9609, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno (cerca de 110 GB livres). Para efeito de comparação, o Moto One do ano passado veio com Snapdragon 625, 4 GB de RAM e metade do espaço interno. A bateria do dispositivo tem 3.500 mAh com suporte a TurboPower (USB-C) — 500 mAh a mais do que o modelo anterior. Ele ainda conta com NFC e Bluetooth 5.0.

Fonte: CanalTech

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