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Após demissão da mãe, Gabriela Duarte publica texto sobre posições políticas - Rádio eog

Após demissão da mãe, Gabriela Duarte publica texto sobre posições políticas

Atriz tem evitado o assunto, em meio às polêmicas envolvendo sua mãe e o atual governo

 

Em meio à polêmica em torno da saída de Regina Duarte do comando da Secretaria da Cultura, a também atriz Gabriela Duarte se manifestou pela primeira vez hoje (quinta-feira, 21), através do Instagram, a respeito de um tema que tem evitado desde o início da relação de sua mãe com o governo de Jair Bolsonaro: o posicionamento político.

Um artista pode se posicionar politicamente se quiser. Existem os que fazem isso e tem suas razões. Essa, porém, nunca foi uma escolha minha.
A profissão que escolhi já é bastante política em vários aspectos. Voto e exerço meu direito de escolher pessoas que acho mais adequadas a me representar, mas não trago isso pra minha vida pública
“, explicou a artista de 46 anos, longe da telinha desde que atuou em Orgulho e Paixão (2018).

Divido meus pensamentos e opiniões nessa área com pessoas que me são próximas. Não tenho necessidade de mais do que isso, nem me sinto no direito de influenciar politicamente quem quer que seja. São escolhas, e escolhas são individuais. Cada um tem a liberdade de pensar de forma própria. E isso diz respeito a relações familiares também“, decretou, numa clara indireta aos que a têm acusado de ‘isentona’ diante do panorama político atual.

Meus filhos têm sido criados também dessa forma. Para que sejam livres e possam formar seus próprios pensamentos. O fato de serem meus filhos não os obriga a serem como eu. Quero que eles sejam melhores! Escolhas são individuais, que fique claro. Cada adulto que cuide de seu RG e CPF“, concluiu a eterna Maria Eduarda de Por Amor (1997). Para bom entendedor, meia palavra basta…

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ESCOLHAS Um artista pode se posicionar politicamente se quiser.Existem os que fazem isso e tem suas razões .Essa,porém,nunca foi uma escolha minha. A profissão que escolhi ja é bastante política em vários aspectos.Isso,no entanto,não faz com que eu deixe de me posicionar, mas o faço como uma cidadã normal.Voto e exerço meu direito de escolher pessoas que acho mais adequadas a me representar,mas não trago isso pra minha vida publica. Divido meus pensamentos e opiniões nessa área com pessoas que me são próximas.Não tenho necessidade de mais do que isso, nem me sinto no direito de influenciar politicamente quem quer que seja.São escolhas, e escolhas são individuais.Cada um tem a liberdade de pensar de forma própria. E isso diz respeito a relações familiares também. Somos o que escolhemos ser e batalhamos por isso.Quando crianças, seguimos o exemplo daqueles que estão muito próximos a nós: os pais, os avós, irmãos, professores da escola…Aos poucos esse universo se amplia e nossas referências também. Começamos então a formar nosso próprio corpo ideológico e percebemos que não precisamos mais seguir os modelos da infância e adolescência.Amadurecer,entre tantas coisas,é isso. Tudo isso não quer dizer que não possa mais haver afeto, amor,gratidão e respeito por aqueles que nos criaram.Pelo contrario.Devem ser apreciados e honrados todos os dias.Mas entender que uma familia não precisa necessariamente funcionar como um bloco, com pensamentos em uníssono sempre, é fundamental. Meus filhos têm sido criados tambem dessa forma .Para que sejam livres e possam formar seus próprios pensamentos.O fato de serem meus filhos não os obriga a serem como eu.Quero que eles sejam melhores! Escolhas são individuais, que fique claro.Cada adulto que cuide de seu RG e CPF.

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Fonte: Observatório da TV

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