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Miguel Dias - " Alegria da manhã" - Rádio eog

Miguel Dias – ” Alegria da manhã”

Interiorano de Botucatu (SP), Miguel Dias veio para a Capital no início da década de 80 em busca de uma colocação em emissora de rádio. Mudando-se para a capital foi chefe de redação da Rádio Eldorado AM, do Grupo Estado, de 1986 a 1989. Conseguiu, através do amigo jornalista Edgar Elias Alves Rodrigues, indicação para a Jovem Pan.
Contratado, Miguel passou a integrar a equipe de produção do ”Jornal da Manhã”, carro-chefe da emissora, atuando como editor da noite.  Com a criação em 1982  ”Terceiro Tempo”, Miguel Dias participava da produção do novo programa da JP apresentado por Milton Neves, nas noites de quarta e quinta-feira.
Quando as Organizações Globo resolveram transformar a antiga Rádio Excelsior em CBN, Miguel Dias foi contratado para ser âncora de programa jornalístico.
Durante oito anos, de 91 a 98, Miguel Dias comandou o programa das manhãs.
Miguel trocou o rádio pela TV, sendo âncora do ”Fala Brasil”, juntamente com Eleanora Paschoal, na Rede Record.
Retornou ao rádio na Globo, apresentando desde 10 de maio de 2001 o programa “Manhã da Globo”, logo alcançando liderança no horário. Nos dados do Ibope, os números apontavam 299 mil ouvintes por minuto, no horário das 10h às 11h, quando sucedia ao padre Marcelo Rossi nos microfones.
Mas, em 16 de setembro de 2002, Miguel Dias passou mal depois de apresentar seu programa, quando seguia para a sua casa, no bairro de Perdizes. Parou seu carro na avenida Francisco Matarazzo e foi socorrido por um pedestre, que chamou o resgate.
Levado ao Hospital das Clínicas, Miguel Dias Filho faleceu vítima de um enfarte aos 56 anos, quando estava em um momento importante de sua carreira. Deixou a mulher Laís, as filhas Tatiana, Carolina e Natália e uma legião de amigos.
“Tenho a melhor das lembranças do saudoso Miguel Dias. Como editor da noite e madrugada do Jornalismo da Jovem Pan, Miguel Dias foi fundamental para ajudar a emplacar o então novato ”Terceiro Tempo” da emissora, em 1982. Disse Milton Leite
Juntamente com o chefe de Esportes Sérgio Barbalho, Miguel Dias estava sempre bolando idéias e cavando entrevistas para os ”Terceiros Tempos” das quartas e quintas-feiras.

Miguel Dias deixou três filhas, entre 16 e 25 anos, e a mulher Laís. Colunista do Agora S.Paulo, do Grupo Folha, desde a estréia do jornal, em março de 1999, atualmente Dias comemorava o estouro de sua audiência na rádio Globo AM, com o programa “Manhã na Globo”.

Nos dados mais recentes do Ibope, os números apontavam 299 mil ouvintes por minuto, no horário das 10h às 11h, quando rendia o padre Marcelo Rossi nos microfones. Ele disse que estava brigando com Paulo Lopes [da Capital AM] e Paulo Barboza [da América AM] (comunicadores de emissoras populares concorrentes).

Sua Trajetória

Miguel Dias trabalhou na rádio CBN como âncora, mas se deu melhor na Globo. De estilo engraçado fingia choramingar e pedia para as ouvintes que não deixassem de ouvi-lo durante a hora final (das 12h às 13h), quando o público que o ouvia por conta da audiência do padre Marcelo Rossi, já estava distanciado. O próprio Miguel Dias confessava que sabia que seu sucesso vinha na carona do religioso.Seu público era essencialmente feminino e um quadro que dava bastante retorno era o da receita culinária. Filas de mulheres de meia-idade se formavam na porta dos estúdios das Palmeiras.

Antes, ele teve uma experiência rápida na TV, apresentando ao lado de Eleonora Paschoal, o matinal “Fala Brasil”, na Rede Record. O jornalista chegou a apresentar na emissora também o “Cidade Alerta” (edição de sábado).

Fonte: Terceiro Tempo /  UOL

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