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Hélio Ribeiro - Rádio eog

Hélio Ribeiro

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HÉLIO RIBEIRO

“O PODER DA MENSAGEM DE HÉLIO RIBEIRO”

 

No início dos anos 60, Hélio Ribeiro se apresentou na Rádio Panamericana – hoje Jovem Pan – propondo-se a fazer um teste. O primeiro examinador dele foi o apresentador de televisão Blota Júnior que o aprovou imediatamente e o fez entrar no ar no dia seguinte no programa do jornalista Wilson Fittipaldi. Com a morte de Kalil Filho, assumiu o programa matinal na Rádio Panamenricana, onde lançou o seu programa Correspondente Musical. De lá transferiu-se para a Rádio Tupi depois para a Rádio Piratininga e daí para a Rádio Bandeirantes, onde atingiu a maior audiência do Rádio Brasileiro.

Sempre se destacando pela criatividade, logo conquistava o cargo de Diretor Artístico, e assim foi na Rádio Tupi de São Paulo – Diários Associados – da Rádio Difusora de São Paulo; na Rádio Piratininga; na Rádio Jovem Pan; na Rádio Bandeirantes; Foi o criador da Rede Capital de Comunicações (Radio Capital).

Hélio Ribeiro tornou-se célebre na década de 1970 por suas crônicas de opinião para o Jornal do Meio Dia, da Rádio Bandeirantes., as quais eram também publicadas no Jornal O Diário Popular.

Ainda nos anos 70, alterou o formato do seu programa Correspondente Musical, que com a nova “roupagem” recebeu o nome de “O PODER DA MENSAGEM” atingindo o auge de sua audiência.

Sua voz de tom barítono inspirou Chico Anysio para criar o personagem Roberval Taylor.

Em 1985 o Programa “O Poder da Mensagem” foi veiculado na Rádio Gazeta de São Paulo e em 1995 o seu último trabalho foi na Rádio Globo de São Paulo também com o mesmo nome.

Foi correspondente, nos Estados Unidos, do Sistema Globo-Excelsior de Rádio e da Rádio Bandeirantes.

Foi narrador das empresas cinematográficas: Paramount Pictures; Twentieth Century Fox; Metro Goldwyn Mayer; Columbia Pictures; Universal International dos Estados Unidos.

Em 2000, veio a falecer, tendo sido sepultado no cemitério da Quarta Parada, deixou esposa e sete filhos.

Em 18 de junho de 2010, A Câmara Municipal de São Paulo, por meio do político Chico Macena, prestou homenagem a Helio Ribeiro concedendo a Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão “In Memoriam”, entregue a sua viúva, Carla Sue Magnoli.

Para não deixar que a memória do rádio ficasse no esquecimento, um grupo de seguidores fundou o Memorial Hélio Ribeiro.

Em março de 2010 o Memorial Hélio Ribeiro trouxe de volta aos rádios do Brasil a voz e as mensagens de Hélio Ribeiro através das ondas das Rádios Trianon de São Paulo – Am 740 e Universal de Santos Am 810. Foi uma série de 107 programas, chamada de ” O PODER DA MENSAGEM DE HÉLIO RIBEIRO”, exibidos por dois anos e encerrada em março de 2012, coincidentemente no dia da cremação do corpo de Chico Anysio. Numa reedição na qual foi exibido o áudio em que, a pedido de Hélio Ribeiro, quando de sua passagem pelo programa na Rádio Bandeirantes em 1976, Chico deixa uma mensagem de despedida de arrepiar.

A série de programas “O PODER DA MENSAGEM DE HÉLIO RIBEIRO” rendeu ao gênio do rádio HÉLIO RIBEIRO” a medalha de honra, conferida pela Fundação Cásper – Rádio e Televisão Gazeta, por ocasião dos festejos de 90 Anos de Rádio no Brasil, única “In Memoriam”, dentre os onze grandes nomes que fizeram do Rádio do Brasil, nesses 90 anos, o mais importante veículo de comunicação e recebida pelo Memorial Hélio Ribeiro. Rendeu também o convite e a participação do Memorial Hélio Ribeiro no debate “As Muitas Vozes do Rádio Brasileiro” e a homenagem no evento promovido pela Câmara Municipal de São Paulo, com apoio da UNESCO, em comemoração ao Dia Mundial do Rádio, em 13 de fevereiro de 2014 e ainda citação no Livro “Histórias Que o Rádio não Contou” do Professor Reynaldo C. Tavares, publicado pela Editora Paulus.

 

Fonte: Wikipédia

 

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